Triquicibernautas

22/09/2016

Hoje, tivemos a nossa primeira saída à rua. Os mais velhos pediram uma ida ao monte e à vacaria e desta forma, também poderíamos ver como se comportavam no exterior os seis Triquiteiros novos. E não podia ter sido melhor!!


Pelo caminho observamos um enorme campo de milho e já combinamos com o dono, para participarmos da colheita do milho. Será no início de outubro e lá estaremos.


Dizem as OCEPE (Orientações Curriculares Educação Pré Escolar), que:“O contacto com seres vivos e outros elementos da natureza e a sua observação são normalmente experiências muito estimulantes para as crianças, proporcionando oportunidades para refletir, compreender e conhecer as suas características, as suas transformações e as razões por que acontecem. Este conhecimento poderá promover o desenvolvimento de uma consciencialização para a importância do papel de cada um na preservação do ambiente e dos recursos naturais.
O conhecimento das crianças sobre a paisagem local, ou seja, o reconhecimento dos seus elementos sociais, culturais e naturais e a interação entre eles, contribui para melhorar a ligação afetiva e pessoal com esta, alicerçando a identidade local e o sentido de pertença a um lugar.”

E assim nos “perdemos” no monte, explorando, investigando, apanhando pinhas e até um pinheiro bebé para a nossa área das ciências.








Para finalizar, fizemos uma saudação à natureza…Prometemos voltar sempre que possível!


Descemos para a vacaria e a nossa professora ia explicar que não deveríamos correr dentro da vacaria, quando o Afonso Sousa, pediu a palavra e disse: “Atenção amigos…As vacas são muito sensíveis e emotivas. Se falarmos alto ou corrermos, elas ficam nervosas, não comem, gritam MUUU muito alto e atiram-nos com a palha. Percebido?Percebido…Tudo percebido, e lá fomos ver as vacas.



Olha professora…Está ali uma vaca bebé doente…Vai chamar o médico, diz o Gabriel muito preocupado! E lá chamamos o “INEM” da Vacaria, e viemos de volta para a escola. 



Foi uma manhã MARAVILHOSA!

21/09/2016

É ótimo ter sonhos...As últimas histórias que a nossa professora nos contou, falavam precisamente de sonhos.


Hoje estivemos a falar dos nossos sonhos, que segundo o Afonso Sousa, são desejos. A nossa professora explicou que às vezes os desejos se confundem com os sonhos. 
Na nossa conversa, percebemos que temos muitos sonhos e desejo/vontade de fazermos várias coisas. Então metemos as mãos ao trabalho e desenhamos os nossos ....





Surgiram sonhos e desejos interessantes...Não estão ainda todos!

Sonhos e Desejos on PhotoPeach  
 O Rafael quer ter uma Familia Feliz...
A Maria Leonor quer acabar com a guerra.
A Maria Beatriz deseja que a Fada do Amor, nos dê mais Amor.
O Samuel diz que ele o Igor são amigos.
O Afonso Ferreira deseja que na escola todos sejam amigos!
O Eduardo deseja dar comida aos meninos mais pobres.
A Inês deseja dar muitas flores e fazer um jardim colorido.
A Afonso Costa deseja levar mais amigos para casa dele.
A Isis deseja que todos os meninos tenham casa, comida e escola.
A Laura deseja ter uma irmã chamada Joana.
O Miguel deseja que todos os amigos joguem à bola com ele.
O Afonso Sousa deseja que o irmão que está para nascer, o Tomás, seja muito feliz!
O Diogo Faria, quer ser policia e bombeiro.
O Gabriel Oliveira disse: Hoje dormi bem...Mas tenho um sonho, ser bombeiro.
O Diogo Filipe, tem como desejo, não haver guerra entre os amigos.
O Gabriel Rocha, sonha ser policia.
A Leonor S. quer levar as amigas para brincar na relva lá de casa.
A Inês Coelho, quer muito amor, do Pai, da Mãe e da Irmão Joana.
A Leonor Costa, sonha ser bailarina.
O Duarte quer ir visitar um parque de Dinossauros.

Desta forma construimos o mural dos nossos sonhos para 2016/2017. As reponsabilidade desta montagem, ficou a cargo das Marias...Leonor e Beatriz!




Nota; Amanhã fazem os que faltam (4).

20/09/2016

A nossa área das ciências está este ano, bastante enriquecida e ainda queremos melhorar mais.
Segundo as Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar, na Área do Conhecimento do Mundo e no que à Introdução à metodologia cientifica diz respeito, referem que: “A introdução à metodologia própria das ciências parte dos interesses das crianças e dos seus saberes, que o/a educador/a alarga e contextualiza, fomentando a curiosidade e o de­sejo de saber mais. Interrogar-se sobre a realidade, definir o problema, para decidir o que se quer saber e procurar a solução, constitui a base da metodologia científica. O desenvolvimen­to da área do Conhecimento do Mundo assenta no contacto com a metodologia própria das ciências para fomentar nas crianças uma atitude científica e investigativa. Esta atitude signi­fica seguir o processo de descoberta fundamentada que caracteriza a investigação científica. Assim, a partir de uma situação ou problema, as crianças terão oportunidade de propor expli­cações, de desenvolver conjeturas e de confrontar entre si as suas “teorias” e perspetivas sobre a realidade. A partir de uma melhor definição do problema, decide-se se é necessário verificar es­ses conhecimentos e/ou recolher mais informações e como o fazer. Importa depois que as crian­ças verifiquem as “hipóteses” elaboradas, através de procedimentos que podem ser diversos, consoante a situação (experiência, observação, recolha de informação).” (Pág. 86)
Foi o que fizemos com esta experiência, a que chamamos de “Frascos Calmantes” baseados no conceito Montessori, com as cores do arco-íris, que nos permitiu, misturar materiais, cores, levantar hipóteses, observar e verificar resultados.

O material utilizado foi o seguinte:
Frascos de vidro com tampa; Detergente da loiça e óleo de bebé (ou outro); Purpurinas/cola gliter e água quente.

E metemos mãos à obra.







Por fim, estes “frascos calmantes” vão estar na nossa área das ciências, vamos dar atenção ao brilho, à medida que abanamos os frascos, forma desenhos estimulando a criatividade, e por isso, baixando os níveis de stress. Daí serem calmantes.

Outro jogo novo que temos na área das ciências é as “Pedras com letras e números” – inspiração em Reggio Emilia, que também está a ser de muito agrado nosso.





As OCEPE valorizam também a música, como um subdomínio, da área da expressão e comunicação e referem na página 54/55, que: “A música está presente na vida das crianças desde muito cedo e todas já tiveram oportu­nidades de contactar com diferentes formas musicais. A abordagem à Música no jardim de infância dá continuidade às emoções e afetos vividos nestas experiências, contribuindo para o prazer e bem-estar da criança. Esta abordagem integra-se nas vivências e rotinas da sala, valoriza os interesses e as propostas das crianças, no desenvolvimento de uma prática do ouvir, do “fazer” música e do experimentar e criar música e ambientes sonoros. Pressupõe, assim, uma prática sistemática e contínua, com uma intenção específica, direcionada para um desenvolvimento progressivo das competências musicais da criança e o alargamento do seu quadro de referências artísticas e culturais”.
Quando conversávamos na semana passada sobre as áreas da nossa sala, ficou combinado, que colocaríamos um espaço com instrumentos musicais. Foi hoje e está a ser um sucesso!




E assim vamos caminhando…Passo a Passo, mas já vão sendo passos grandes!

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