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16/10/2014

Hoje, 16 de outubro, comemora-se o Dia Mundial da Alimentação, coincidindo esta data com o da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em 1945.
Mas este dia da alimentação só foi comemorado pela primeira vez, a 16 de outubro de 1981, tendo sido criado com o intuito de promover uma reflexão sobre a alimentação a nível mundial e principalmente, sobre a a fome no planeta.
Por aqui, continuamos a conversar sobre os benefícios da alimentação saudável, até porque a história da "Lagartinha Comilona", não nos larga, mas, como ouvir histórias é como diz Fanny Abamobich (e não nos cansamos de referir) "Ah...como é importante para a formação de qualquer criança, ouvir muitas, muitas histórias. Escutá-las é o inicio da aprendizagem para ser leitor. E ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descoberta e de compreensão do mundo", decidimos ver e ouvir a história da nossa amiga Juca, que também fala da temática da alimentação - João comilão; Luís torce o nariz e Augusto robusto. Não estivemos sozinhos nesta hora do conto. Convidamos a "turma E" para nos acompanhar,( a turma D estava a preparar a nossa sobremesa de hoje) e foi muito bom.


Depois de conversarmos sobre a história, estivemos a fazer experiências com alimentos. Aquando da planificação em grande grupo da semana da alimentação, a Maria sugeriu e pediu para fazermos experiências, que envolvessem os alimentos.
Após algumas pesquisas, decidimo-nos por estas que aqui deixamos. Decidimos ainda,partilhar estas descobertas cientificas com os nossos amigos da "Turma E".  E, foi a "mentora" desta atividade que começou... A Maria passou a explicar os ingredientes que compunham a primeira experiência - "Uma batata, uma maçã, água e duas taças de vidro".



A Maria meteu a maçã e a batata nos recipientes com água. Inicialmente tínhamos referido que a maçã (porque era maior), era mais pesada que a batata. Mas, quando as metemos na água, a nossa observação e respetiva conclusão foi de que a batata era mais pesada porque foi para o fundo e a maçã era mais leve porque  (ficou em cima da água), como referiu o Tomás da turma C.


Para aprofundarmos melhor esta questão, decidimos cortar a maçã e a batata em pequenos pedaços iguais, e voltar a fazer a experiência, desta vez com a ajuda do Tomás.



Agora a explicação da Gabriela para esta segunda fase da experiência – “Os pedacinhos da maçã são mais leves na água e ficaram a flutuar, e os pedacinhos da batata são mais pesados na água e afundaram-se”.
Normalmente, os objetos quevão ao fundo são mais pesados e os que flutuam são mais leves, tal como nós concluímos. Mas para se saber se algo afunda ou flutua, não conta só o peso, mas também o tamanho. Só que aqui, o que se pretendia, era mesmo diferenciar, o alimento que afundava e o que flutuava…Foi o que fizemos.  Se quiserem podem ver a explicação desta experiência (youtube) Aqui.
Passamos à segunda experiência, que tinha o seguinte protocolo: 2 ovos, 2 copos; água e sal. A Mimi colocou água num dos copos e meteu lá dentro um ovo. O ovo rapidamente afundou.
A Helena colocou água com sal, mexeu um bocadinho e colocou lá o outro ovo. O sal não estava bem dissolvido, e o ovo ficava em cima do sal. Achamos que o copo era pequeno para esta experiência. Mudamos a água e o sal para um recipiente maior, mexemos bem e o ovo começou a flutuar.




A água salgada tem esta propriedade: alguns objetos que não flutuam na água doce flutuam na água salgada, desde que se junte sal suficiente.
É como nada nadar na piscina e no mar. É mais fácil nada no mar, do que na piscina, porque a água salgada empurra-nos para cima. E, se for no Mar Morto, ainda é mais fácil, como vimos Aqui.
Gostamos tanto desta experiência, que ao longo do dia, fomos fazendo várias vezes.



 Alguns de nós já fizeram o registo da experiência…



E alguns de nós já fizeram o registo da história "João Comilão, Luís Torce-o-nariz e Augusto Robusto: 3 irmãos e um susto!"




E a história é esta, que aqui fica para “lermos” em casa com a família. 
João Comilão, Luís Torce-o-nariz e Augusto Robusto
Obrigada Juca por mais uma bela história!

13/10/2014

A história "A Lagartinha muito comilona" de Eric Carl, vai-nos acompanhar naquela que decidimos chamar de "semana da alimentação". 


Além de outros objetivos, esta história serve de suporte para a exploração e interiorização dos alimentos a incluir na nossa alimentação diária.
Começamos a manhã a ouvir a história, contada pelas professoras Rosa Maria e Conceição, da qual escutamos atentamente.



Mais tarde, e já na nossa sala, em conversa de grande grupo, dialogamos sobre a história, e a Gabriela lembrou que devíamos fazer o registo da mesma... "Podemos fazer o mapa da história". Vai daí, foi isso que decidimos fazer. O mapa da história funciona como ficha de leitura da mesma. Este instrumento permite-nos conhecer e contextualizar os principais elementos da história: escritor, ilustrador, título, personagens, cenários, acontecimentos e final.
Alguns de nós deitaram mãos à obra...

E o resultado foi por exemplo, isto...


Mas houve quem quisesse fazer o seu registo de outra forma. Foi o caso do A.F. e da M.L. que decidiram fazer uma "Lagartinha Comilona", assim...



E ainda do E. que decidiu meter a "mão na folha", assim...




~

Estes nossos amigos, que só este ano chegaram, já são grandes empreendedores, e sabem muito bem o que querem!
Podemos então referir, que as histórias têm uma magia e um encantamento capazes de despertar em nós um grande potencial criativo. Permite-nos viajar pelo mundo do sonho, da fantasia e da imaginação.
Como diz Otília Chaves, in "A arte de contar histórias" - O valor real da história é ser um instrumento educativo, que atende às necessidades humanas em todos os seus aspetos.
Deixamos aqui a história da "Lagartinha muito comilona" contada pela Clara Haddad, que nós encontramos na internet e gostamos muito.


É que amanhã continuamos com esta história!

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