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08/10/2018


Achamos que precisamos de “crescer” na nossa identidade pessoal e social, e neste caso, mais concretamente, no que diz respeito à elaboração de regras, ou normas de funcionamento e convivência.
É normal que surgem alguns conflitos no seio do grupo, pelo que temos que os resolver. Como somos 25 e 16 vêm de anos anteriores, decidimos lembrar e rever o "Acho Bem" e o "Acho Mal", estratégia que temos optado nos últimos anos e que tem dado bom resultado.
Para já ficou assim. Quando acharmos que é necessário rever ou alterar, cá estamos para em grupo o fazermos. Desta forma, se vai harmonizando a vivência da vida democrática da sala.



Esta semana iremos também elaborar o quadro de tarefas e responsáveis, aliás, já escolhemos as tarefas que iremos ter na sala e no exterior. Para que isso aconteça precisamos de responsáveis, que achamos devem ser a pares ou em pequeno grupo. Este ano optamos por fazê-lo de uma forma diferente dos outros anos. A escolha que fizemos, de forma negociada/cooperada/conjunta, levou-nos aos “Fios que  unem”. Seremos todos responsáveis por nós e pelos outros, no sentido de responsabilidade efetiva, ajudando-nos mutuamente em várias situações. Quando não resultar, faremos as devidas alterações.




Assim, como crianças ativas e participativas que somos, ajudamo-nos mutuamente na construção deste instrumento de gestão partilhada. 

25/09/2017

Em conversa de grande grupo, lembramos a canção das "Boas Maneiras", que andamos a ouvir há alguns dias.


Dialogamos sobre o que é correto ou não fazer. Foram avaliados alguns conflitos que estavam a surgir no seio do grupo, e como se poderiam resolver, bem como alguma desorganização surgida, até porque estamos todos a conhecer-nos e é necessária a elaboração de regras, ou normas de funcionamento e convivência, o que contribui para o desenvolvimento da formação pessoal e social. Nesta conversa elaboramos as nossas regras, que dividimos em "dois campos" - o "Acho Bem" e o "Acho Mal".
Decidimos "escrevê-las" e  ilustrá-las...




... e afixar numa das paredes da nossa sala.


Para já foram estas as que elaboramos, assim que acharmos que é necessário rever ou alterar, cá estamos em grupo, para o fazer e de certeza que serão sempre lembradas... Vamos "crescer" na nossa identidade pessoal!
Hoje, também nos debruçamos na prática sobre algo, que nos últimos anos temos optado como uma boa estratégia, que nos ajuda a todos na realização das tarefas. Ao mesmo tempo, esta estratégia, vai harmonizando a vivência da vida democrática da sala, principalmente a interiorização das regras, e o sentido de ajuda e de solidariedade das crianças mais velhas para com as mais novas.
Falamos dos Padrinhos/Afilhados(as) ou Madrinhas/Afilhadas(os). Assim, aqueles que se sentem capazes de ter alguma responsabilidade, são responsáveis pelos mais novos, ou por aqueles que ainda não querem ser padrinhos/madrinhas, num sentido de responsabilidade efetiva, ajudando-os nas várias tarefas de sala, como por exemplo a ajudar a apertar a bata, os botões das calças, a arrumar os materiais, na saída para a rua, no recreio, na hora do lanche ou do almoço, etc.
Já desde a passada semana, que andávamos a conversar sobre esta questão, e hoje ficou finalizada. Ao redor da mesa grande, houve negociação cooperada/conjunta, pois o padrinho ou madrinha,(ou vice-versa) escolheu o afilhado(a), que deu o seu aval. Ou seja, estiveram de mútuo acordo nesta decisão.
Quadro de  Padrinhos/Madrinhas e Afilhados/Afilhadas...


Hoje já foi possível ver os padrinhos/madrinhas, cheios de responsabilidade, nas várias atividades que fizemos, ajudando os afilhados/as.

02/10/2015

No inicio desta semana visitamos a biblioteca do EB2/3. Este espaço é um ótimo recurso, logo temos que o rentabilizar, e aproveitar. Para os mais novos esta foi a primeira visita.
A nossa intenção era solicitar um livro que falasse das "boas maneiras", porque alguns dos nossos amigos andavam um pouco esquecidos dos "direitos e deveres" (as férias foram grandes) e os mais novos estavam a precisar de perceber o que é isto de "direitos, deveres, regras".


O Zé Guilherme e o Afonso tinham como tarefa a explicação à Professora Elsa, do que pretendíamos.


A professora Elsa mostrou-nos um quadro com cores e números, que correspondiam à temática das obras, e lá foram procurar aos livros infantis, o livro que nós queríamos "Não faças isso Rita Salpico". Concluíram  que não tinham.


Mas a sala da biblioteca com quadro interativo, ligado ao computador, foi a solução arranjada e lá vimos e ouvimos esta história.



A história é esta...
Esta história foi explorada por todos nós, durante toda esta semana. Dialogamos sobre o que é correto ou não fazer. Foram avaliados alguns conflitos que estavam a surgir no seio do grupo, e como se poderiam resolver, bem como alguma desorganização surgida, até porque estamos todos a conhecer-nos e é necessária a elaboração de regras, ou normas de funcionamento e convivência.
Então nós fomos participantes ativos que negociamos e colaboramos na elaboração das nossas regras, a que desta vez optamos por colocar em "dois campos" - o "Acho Bem" e o "Acho Mal".
Decidimos "escrevê-las" - ilustrá-las e afixar numa das paredes da nossa sala, até porque a nossa professora acha que isto é pedagogia participativa, que contribui para o conhecimento social e diz-nos respeito a todos. 
Para já foram estas as que elaboramos, assim que acharmos que é necessário rever ou alterar, cá estamos em grupo, para o fazer.
Um pequeno grupo tomou a seu cargo o registo do "Acho Bem" e do "Acho Mal", e quando terminaram, fizeram  a primeira comunicação ao grande grupo sobre o trabalho realizado.
A Isabel e a Helena, explicaram como foram pesquisar imagens à internet, que lhes parecesse "Acho Bem" e "Acho Mal"...


E depois vieram as explicações dos registos das "regras" elaboradas e concordadas por todos.
Cá estão.De certeza que serão sempre lembradas... Vamos "crescer" na nossa identidade pessoal!

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