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15/02/2018

De regresso, depois de uns dias de pausa carnavalesca e com muito para contar. Por isso começamos a manhã, não só, a conversar sobre os dias de pausa letiva, mas também a mudar as responsabilidades da sala, para estes dois dias, e alterar os padrinhos/madrinhas - afilhados/afilhadas, pois havia algumas situações que não estavam a resultar muito bem. 
E continuamos em tempo de trabalho autónomo nas diversas áreas de aprendizagem da nossa sala de atividades, como fazemos diariamente.


As áreas da sala são expressão de intencionalidade educativa e estão organizadas para potenciar aprendizagens nas diferentes áreas de conteúdo.Além disso, têm funções e finalidades educativas especificas.












 Como sempre ajudamos a pôr a mesa para o almoço. Esta semana a responsabilidade é do M e do G.



Verificamos a quantidade de chuva que tem caído, no nosso pluviometro, como fazemos semanalmente.


Vimos que as sementes de feijão, alface e girassol, envoltas em algodão e água, começam a germinar.


Também começamos a planear um novo projeto (para já é segredo). Até amanhã!

22/05/2017

As Orientações Curriculares para a Educação pré-escolar referem que os espaços e os materiais existentes condicionam em grande medida o que as crianças podem fazer e aprender. A organização do espaço deve facilitar aprendizagens, criar desafios, potenciar a autonomia e relações sociais (Portugal, 2012, p.12). Compete ao educador criar espaços com e para a criança adaptando-os às necessidades e interesses do grupo de forma que estes sejam flexíveis, acolhedores, motivantes proporcionando-lhes interações diversificadas. Zabalza (1987) citado por Zabalza (1998, p. 236) apresenta o espaço como uma estrutura de oportunidades e um contexto de aprendizagem e de significados, pois quando são pensados a definição dos espaços da sala, o tipo de materiais, a sua disposição e a organização de todo o funcionamento, é necessário pensar se essa organização é ou não motivadora das escolhas e das aprendizagens das crianças. Hohmann & Weikart (1997, p.165) referem que “definir as áreas de interesse é uma maneira concreta de aumentar as capacidades de iniciativa, autonomia e estabelecimento de relações sociais das crianças. Na nossa perspetiva a organização do espaço por áreas bem definidas, ditam o tipo de atividades que aí se podem desenvolver, permitindo uma multiplicidade de ações que facilitam o desenvolvimento da autonomia das crianças.
Por norma, vamos dando conta por aqui, de várias atividades que fazemos ao longo dos dias. Mas não “vivemos” só dessas atividades. Aliás, muito do nosso tempo é passado autonomamente nas áreas de aprendizagem. É disso que falamos hoje, com alguns exemplos.

1 - Na área das ciências, explorando e colocando em prática aprendizagens já efetuadas ou explorando novas.



2 -  Na área da matemática, trabalho a pares…Aprendizagens significativas.


 3 - Na área das Tic, em jogos ou pesquisas.



5 - Na caixa de luz…os padrões vão aparecendo.




6 - Na caixa de areia, vão-se desenhando “poemas”.


7 - Nas construções, descobre-se a física e a engenharia.



8 - Na área do faz de conta, a criatividade é rainha.



9 - E até mesmo quando as áreas, são trazidas para o exterior, são facilitadoras de aprendizagem.









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