Triquicibernautas

23/02/2016

Está quase a chegar ao dia  da “ Sarra-se-a-velha”, que segundo a Mimi: "É uma tradição", e segundo a Isabel, essa tradição é "Queimar as velhas numa fogueira". Mas afinal que tradição é esta?
A “Sarra-se-a-Velha” é um costume que já vem de há muito tempo, sendo uma das tradições mais antigas de Vizela, que se assinala na noite da quarta-feira que procede o terceiro domingo da Quaresma.
A meio da Quaresma acontece um ritual, uma espécie de festa, um cerimonial de descompressão, de expurgação das últimas impurezas que tenham ficado da transição do solstício para o perfeito cultivo da terra na Primavera. Um ritual, portanto, comprometido com a fertilidade das terras, mas não só. Ou seja, de uma forma mais simples e mais compreensiva para nós, é a passagem do inverno para a primavera.
Reza ainda a história que o objetivo é também serrar aquelas mulheres de idade relativamente avançadas e solteiras, ao som de cânticos fúnebres.
Atualmente a "Sarra-se- a- Velha" é encenada principalmente pelas crianças das escolas, que se passeiam pelas ruas da cidade com bonecas feitas em papel.
Regra geral à noite o Callidas Clube organiza um pequeno concurso para as bonecas de papel onde se escolhe a mais bonita e no final faz-se uma fogueira com todas as bonecas, que este ano é na quarta-feira, dia 2 de março.
Este ano letivo, não vamos participar com uma velha por criança, para queimar na fogueira, mas vamos entrar no concurso organizado pela Associação de Artesãos de Vizela, com o apoio da Fundação Jorge Antunes, Callidas Clube e Câmara Municipal de Vizela, atividade esta que é feita em conjunto com  a turma D e todas as crianças do Centro Escolar de S. João. A Velha tem de ter 1,5m de altura e deverá ser confecionada com materiais adequados a exposição às condições meteorológicas.
A data da entrega da velha para concurso está próxima, pelo que já começamos a prepará-la.



Ao falarmos das "Velhas", surgiu uma história inventada por nós, em jeito de conto redondo e que diz o seguinte:
" Era uma vez uma velha, que vivia na floresta. Tinha um vestido colorido, olhos azuis, cabelos doirados. Usava sapatos azuis de tacão alto e tinha muito amigos, muitos bons amigos. Até davam presentes uns aos outros.
Um dia foi o aniversário da velha e houve festa na discoteca da floresta, onde estavam os amigos animais: cavalos, lobos, veados, ursos e pandas,
Dançaram muito e com alegria. No fim da festa, os animais ficaram cansados e dormiram na casa da velha, muito felizes."  (Zé Guilherme, Afonso Sousa, Mimi, Helena, Isabel, Afonso Ferreira e Maria Duarte).
Desta história, já saíram estas belas ilustrações...


Hoje é dia do Miguel. Faz 4 anos e passou o dia com a mãe e a avó. Mas ao inicio da tarde veio festejar connosco o seu aniversário.

 Cantamos os parabéns, deitamos os vivas e atiramos quatro foguetes.
 Adoramos o bolo de chocolate (pedimos mais) com a cobertura azul, que nos deixou assim!

Ainda tivemos direito a duas lembranças doces...Atenção que são para comer apenas uma por dia...Ai, ai os dentinhos!


 No final, houve a habitual sessão fotográfico do aniversariante com a professora.


Feliz Aniversário Miguel!

22/02/2016

Depois de conversarmos ao redor da mesa grande sobre o nosso fim de semana, fomos perceber o que são "Estados de Espírito positivos e negativos". Os estados de espírito ajudam-nos a produzir ação; podem abrir-nos ou fechar-nos oportunidades. E, como vamos ser empreendedores, devemos aprender a identificar, distinguir estados de espírito, porque temos de estar atentos ao estado de espírito dos elementos que fazem parte da nossa equipa.
Então fomos à procura de estados de espírito...Individualmente cada um de nós colocou-se à frente do espelho. Representaram através da expressão facial, um estado de espírito (alegre, triste, zangado).

Depois sentamo-nos em roda, em grupos de dois e de frente um para o outro, tentamos mantermo-nos sérios.


Ou juntar a cabeça à barriga do(a) colega, e fazê-la rir....



Ou ainda fazer cócegas uns aos outros...


E olhem bem a cara de "Zangado/Raiva" do Diogo!
E estas...

E cara de "espanto" da Laura e do Guilherme...
 E as expressões de "Festa/Folia"...

Com estes jogos pretendemos transmitir que os estados de espírito são contagiosos. E contagioso também foi a forma como nos colamos para voltarmos a falar (de tarde) sobre os estados de espírito. Falamos do medo, da raiva, da tristeza, da alegria, do amor, da felicidade, da dúvida, do espanto, etc..
Pintamos os cartões com os vários estados de espírito que vem no nosso manual do empreendedorismo e percebemos que há estados de espírito positivos e negativos.
Por fim fizemos um cartaz com todos estes estados de espírito. 

Combinamos que seriam os nossos amigos de cinco anos que mostrariam (em tempo de comunicação) a sua "ficha" de estados de espírito. Houve votação e o vencedor foi o Gabriel, que acabou de fazer o cartaz.


 Que ficou assim!
Chegamos à conclusão que quando estamos felizes, alegres, festivos, estamos mais predispostos a trabalhar. Se estivermos tristes, só queremos estar sózinhos e não fazemos nada.
Então temos de estar felizes para sermos empreendedores e não termos medo de colocar as nossas ideias em prática.
E segundo a Laura, ela é já é empreendedora, pois como ela disse: "Fui ao IKEA com os meus pais comprar uma mobília para a sala de estar, para eu poder brincar e lá eu tive muitas ideias para a mobília, e os pais aceitaram. Só houve um problema...perdi o papel com o nº da mobilia, mas o meu pai encontrou. Problema resolvido!"
E o Gabriel afirmou que toda a família dele é empreendedora, porque : "Sabem escutar, têm ideias, sabem partilhar e fazem depois as experiências comigo." 
Parece que estamos no bom caminho!

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