Triquicibernautas

21/11/2017

Já aqui tínhamos dado conhecimento, de que continuamos a "trabalhar" no nosso projeto "Miró". Também demos conta, que começamos  um novo projeto eTwinning... "I Bambini le loro, tradizion natalizie nel mundo". Um projeto da nossa professora e de uma colega Italiana, que versará sobre as tradições e usos e costumes do natal.
Nesta primeira fase, temos que nos apresentar. Então, iremos juntar à nossa apresentação, o nosso autorretrato, inspirado nos autorretratos de Miró. Além disso, Miró, parece que pintava como nós! Estes autorretratos são uma (re)criação destes quadros.


Desta vez, mostramos como os nossos amigos mais novos, resolveram esta questão. E resolveram muito bem... estão crescidos!






 Juntamos todos os resultados neste pequeno vídeo.


20/11/2017

Hoje, em dia de aniversário da proclamação da Declaração dos Direitos da Criança (1959) e adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança (1989), pela Assembleia Geral das Nações Unidas, passamos a manhã em articulação com 1º ano - Turma B (Professora Dulce), da EB Enxertos. Muitos destes alunos, passaram 3 anos connosco e hoje foi dia de regresso à sua primeira escola.


Começamos por fazer a experiência “Explosão de Cores”, porque sabemos que estes nossos amigos, adoravam fazer atividades da ciência, quando cá estavam. 
Estes eram os ingredientes: Aguarelas de cores, água, bicarbonato de sódio, líquido da loiça e vinagre.

Em primeiro lugar, metemos aguarelas nos tubos de ensaio e água...Mexemos bem, para que as aguarelas se transformassem em líquido colorido.


Depois acrescentamos bicarbonato de sódio, detergente da loiça e por fim, vinagre.


 E assim se deu a “Explosão de Cores”…


Isto acontece porque ao misturar Bicarbonato de Sódio e Vinagre, eles liberam dióxido de carbono (este é o mesmo gás que está nas bolhas das bebidas carbonadas, como a Coca-cola.). Para que a explosão de cores tivesse mais espuma, acrescentamos o detergente liquido, e também porque o bicarbonato tende a ficar um pouco firme e é um pouco mais difícil para o vinagre alcançar todo o bicarbonato, o detergente liquido vai ajudar todo este processo.
O tempo passou rápido e estava na hora de lanchar…




Mas ainda houve tempo, para brincarmos todos junto, no recreio… São laços e afetos que não se esquecem.



Consideramos que a articulação entre estes dois ciclos é fundamental…E é fundamental a cooperação entre os profissionais de ambos os níveis educativos, pois o processo de transição da criança deverá ser “(…) uma passagem harmoniosa na e pela instituição” (Roldão, 2008, citado por Bravo, 2010: 17)


19/11/2017

As Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (2016) advogam uma abordagem à área do “Conhecimento do Mundo”, onde as atividades de ciência experimental se inserem. O nosso meio ambiental é uma excelente oportunidade para estimular a nossa curiosidade natural, bem como o facto de querermos saber mais sobre ele.
Quando vamos ao campo, ao parque natural ou ao monte, temos todo um ambiente, onde aprendemos na ação, observando, pesquisando e investigamos. Normalmente trazemos para a nossa sala de atividades, elementos naturais que colocamos na área das ciências. Esses elementos servem (entre outras coisas), para fazermos experiencias de exploração/investigação, que têm, não só um caráter lúdico, mas também, um caráter de descoberta e obviamente de novas aprendizagens.
Estas atividades podem ser realizadas por nós autonomamente, outras em pequenos grupos e algumas em grande grupo. 


Desta vez, como queríamos introduzir a “Lupa Monocular" para os nossos amigos mais pequenos, estivemos a fazer exploração/investigação em grande grupo, de bolotas, casca de pinheiro, caruma, folhas de eucalipto e outros.




“Inicialmente, através do seu brincar e, posteriormente, de forma mais sistematizada quando acompanhada pelo adulto, a criança vai estruturando a sua curiosidade e o desejo de saber mais sobre o mundo que a rodeia. Estarão, assim, criadas as condições para dar os primeiros passos em pequenas investigações, as quais se pretendem progressivamente mais complexas. Ora, é durante as observações que realiza nas ações que desenvolve, acompanhada ou autonomamente, que começa a formar as suas próprias ideias sobre os fenómenos que a rodeiam, sejam eles naturais ou induzidos.”(Brochura da DGIC – Despertar para a Ciência – 3/6 anos)

16/11/2017

Já várias vezes aqui dissemos que, BRINCAR ao ar livre é fundamental para o nosso processo de desenvolvimento e aprendizagem.




Também já dissemos que o espaço exterior é um local privilegiado para atividades da nossa iniciativa, pois a brincar, temos a possibilidade de desenvolver diversas formas de interação social e de contacto e exploração de materiais naturais (pedras, folhas, plantas, paus, casca de pinheiro) que depois levamos para a nossa área das ciências. Hoje, também observamos os “bichinhos “dos pinheiros e ainda encontramos carvalhos a nascer.






Também as atividades físicas (correr, saltar, trepar, fazer diferentes tipos de jogos de regras, etc.), num ambiente de ar livre, levam-nos a melhores níveis de concentração e de motricidade global.





O imaginário também passa pelas conversas calorosas sobre as bruxas “arreganha os dentes”, que existem neste monte…


Ao irmos para o monte, vimos várias queimadas e até reclamos com o Sr. Que estava a fazer … O GO, disse-lhe que ia comunicar à proteção civil ( o pai),  a nossa professora disse-nos que hoje já se podia fazer. 

Então, um grupo de “trabalhadores”, juntaram com afinco a caruma que conseguiu  e convidaram-nos para uma “fogueira simbólica” de S. Martinho. 




Não faltaram as canções que mais gostamos sobre o S. Martinho, nem o “Cantar ao desafio” do D.



Isto é BRINCAR sem TETO… Onde a Felicidade, não tem limites!

QR code

QR code
 
Copyright (c) 2010 Triquiteiros de S.João. Design by Wordpress Themes.

Themes Lovers, Download Blogger Templates And Blogger Templates.