Triquicibernautas

07/11/2017

Como "andamos às voltas", com as cores de Miró e do outono, ficou acordado ontem em diário de grupo, fazermos uma experiência com cores. Seria a experiência, das cores que formam outras cores.
Para isso, precisávamos de corantes alimentares. A nossa professora achava, que tínhamos na área das ciências, vários frascos de corantes...Mas quando fomos verificar, só tínhamos duas cores, o vermelho e o amarelo. Então decidimos ir a uma superfície alimentar, comprar mais corantes. Por incrível que parece, só havia a cor verde. Trouxemos essa.


Como já havia muitos brinquedos e livros para o natal, foi uma festa.


Voltamos à escola, e lá fizemos a nossa experiência, que faz parte de um dossier de ciências da nossa professora.
Precisamos de sete copos, três frascos de corantes (cores - amarelo, vermelho e verde), água e papel de cozinha.

Então deitamos água no 1º, 3º, 5º e 7º copo... Os outros ficaram vazios.




Depois acrescentamos as cores na água. No primeiro e último copo, colocamos corante vermelho, no terceiro, corante verde e no quinto, corante amarelo.



Por fim, colocamos papel de cozinha dobrado em quatro e intercalamos nos copos (como se vê na foto).

O objetivo era fazer com que a água com corante, fosse absorvida pelo papel e se deslocasse para o copo vazio, formando outras cores.Na primeira observação, (muito curiosos) dissemos logo: A água está a subir para o papel. 
Mas como é uma experiência que demora muito tempo a terminar, fomos observando várias vezes e quando terminamos o dia, os copos estavam assim.


Amanhã, iremos falar de cores primárias, secundárias e de misturas...E é claro, faremos o devido registo.

06/11/2017

Há alguns dias atrás, ouvimos a história “O Museu” Aqui e que fala de uma menina que dança e rodopia pelas salas de um museu, olhando para cada obra de arte como algo de magnifico. Quando a menina se encontra diante de um quadro em branco, ela é levada a criar e a expressar-se. Com notáveis ilustrações de Peter H. Reynolds, o "Museu" capta, de uma forma brilhante, as muitas emoções que nos são transmitidas pelo poder da arte.
Quem gostava muito de pintar e transmitir as emoções pelo poder da arte, era um menino, chamado Joan Miró. "Nasceu em Barcelona (Espanha) em 20 de abril de 1893. Pintou o primeiro quadro com oito anos. Nessa altura pediu ao pai para ir estudar numa escola de artes. O pai autorizou-o a estudar nessa escola que se chamava LTOJA. Lá ensinam-no a usar todas as cores que ele gostava (amarelo, laranja, verde, anil, violeta, rosa, branco e preto). As formas geométricas como os quadrados, círculos, triângulos, retângulos, losângulos e outras, fazem parte das suas pinturas.
Quando cresceu foi viver para Paris, e aí conheceu Pilar Juncosa, com quem casou e teve uma filha, a Dolores Miró, e conhece muitos pintores como por exemplo, o Picasso, de quem era amigo.
Mais tarde, volta para Espanha, mas vai viver para Palma de Maiorca, onde pinta quadros, faz esculturas, e trabalha em cerâmica. Faz também alguns murais, como o Mural do Sol da Unesco em Paris, ou o Mural do Palácio dos Congressos de Madrid.
Morre em Palma de Maiorca no dia de natal, de 1983 com 90 anos. Deixou-nos uma fundação – a Fundação Joan Miró, e uma vasta obra de quadros e esculturas lindas."

Nós fomos conhecê-lo… Descobrir Miró, é um (en)cantamento. Há todo um mundo mágico dentro dos seus quadros, que nos leva a sonhar e a imaginar o que é que ele queria transmitir com as suas obras.


Deixamo-nos "voar" pelas cores que utiliza, pelas coisas que pinta, pelas emoções que transmite. Encontramos de tudo um pouco, desde quadros com olhos, mulheres, pássaros, animais raros, luas, estrelas, constelações, elementos da natureza, formas geométricas, linhas, ponto. Até parece que Miró convidava todos estes elementos a viverem em conjunto e felizes.


Analisamos e escolhemos algumas pinturas de Miró para (re)criar, aquelas que cada um de nós mais gostou ou se identificou.




E já temos uma pequena exposição…Mais obras de arte virão!









“Mais importante do que a obra de arte propriamente dita é o que ela vai gerar. A arte pode morrer; um quadro desaparecer. O que conta é a semente.” (Joan Miró) - As sementes estão lançadas!

02/11/2017

A manhã ameaçava chuva … Nada que um impermeável e umas galochas não resolvam. Desta forma, fizemo-nos à estrada, para dar um passeio pelos caminhos de terra e estreitos que nos levaram aos campos, que ainda há pouco tempo, estavam cobertos de milho.


Paramos na casa da avó do DS, quando começou a chover com alguma intensidade, mas assim que parou metemo-nos aos caminhos novamente.


Ouvimos a natureza, respiramos ar puro, sentimos o aroma da terra molhada, atiráramos pedrinhas à água, molhamos os pés nas poças, pisamos a terra e a erva molhada, observamos a “Fonte da Preguiça” e fantasiamos sobre o que se encontrava no fundo dos regatos.













Quando regressamos à nossa escola, ainda aproveitamos o nosso exterior…



Gostamos destes dias, em que a manhã parece ter mais horas para sermos felizes!


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