Triquicibernautas

16/02/2017

Ao longo destes dias, temos estado a registar graficamente os parágrafos mais importantes da história "A Menina do Mar". Esta história é a base para uma atividade que iremos fazer no mês de março.
Desta vez, damos conta dos últimos parágrafos.

"O rapaz pegou na Menina do Mar com muito cuidado na palma da mão e levou-a outra vez para o sítio de onde a tinha trazido. Pediu à Menina do Mar, ao polvo, ao caranguejo e ao peixe para voltarem no dia seguinte à mesma hora àquele mesmo sítio. - Tenho tanta curiosidade da Terra. Amanhã, quando vieres, traz-me uma coisa da Terra. E assim ficou combinado".






"No dia seguinte, o rapaz foi ao seu jardim e colheu uma rosa muito perfumada.
- Trago-te aqui uma flor da Terra – disse; chama-se rosa.
- É linda, é linda – disse a Menina do Mar, dando palmas de alegria.
- Respira o seu cheiro para veres como é perfumada. A menina pôs a sua cabeça dentro do cálice da rosa e respirou longamente.
- É um perfume maravilhoso. No mar não há perfume assim."





"No dia seguinte, de manhã, tornaram a encontrar-se todos no sítio do costume
- Bom dia – disse a menina – O que é que me trouxeste hoje?
- Trouxe-te isto - disse – É uma caixa de fósforos.
E o rapaz abriu a caixa e acendeu um fósforo.  A menina deu palmas de alegria.
- É um sol pequenino – disse ela.
-As coisas da Terra são esquisitas e diferentes."





“No dia seguinte o rapaz chegou à praia, sentou-se ao lado da Menina do Mar e disse:
- Hoje trago-te uma coisa da Terra que é bonita e tem lá dentro alegria. Chama-se vinho. Quem bebe fica cheio de alegria.
- É muito encarnado e muito perfumado – disse ela. E a menina bebeu o vinho, riu-se e disse:
- É bom e é alegre. Agora já sei o que é a Terra.”




 “- Tenho uma ideia – disse o rapaz – Amanhã trago um balde e encho-o com água do mar. E tu pões-te dentro do balde para não secares e eu levo-te comigo a ver a Terra.
- Está bem-disse a menina – Amanhã vou contigo dentro do balde de água.
 No outro dia, o rapaz encontrou a Menina do Mar com um ar muito desesperado.
-  Bom dia – disse o rapaz - Trago aqui o balde. Vamos embora depressa.
- Eu não posso ir – disse a Menina do mar. E desatou a chorar.
- A Raia ordenou aos polvos que não me deixassem passar. Tenho que te dizer adeus.
- Vamos experimentar fugir – disse o rapaz. E, dito isto, pôs a Menina do Mar dentro do balde e pôs-se a correr. Mas, em sua roda os polvos tinham feito um círculo fechado. Tentou saltar, mas logo dezenas de tentáculos lhe ataram as pernas. E ele caiu nas rochas.”




 Agora já falta pouco para terminar!

15/02/2017

Hoje passamos a manhã no laboratório de ciências em articulação com o 1ºB. À nossa espera tínhamos o professor Luís Barata e 3 guias do 5º E. 


Desta atividade de articulação fizeram parte as crianças de 5/6anos das Turmas C e D e o 1º B do centro escolar de S.João e cosntou do seguinte:

1º-  Contacto com o microscópio.



2º - Vieram as Atividades:

Atividade 1 – Quantos dentes tens?
1       Exploração de bebidas com açúcar e cuidados a ter na alimentação
2      A língua ao microscópio
3      Como se escovam os dentes?
Questões guia:
Quais são as bebidas que bebem? Quais tem mais açúcar?   Maquete bebidas
Já viram células da língua? O que faz um microscópio?
Quantos dentes temos? – diferença entre dentes de leite e dentes definitivos e amostra de dentadura.
Como se escovam os dentes? Quantas vezes ao dia se escovam?   -  uso de maquete para explicar e pedir a aluno para mostrar como se faz.



Atividade 2 – Porque é que a água é especial?
Ciclo da água
Propriedades da água
Questões guia:
Por que é que a água é especial? Temos água no corpo?
Como é que o ciclo da água “faz água boa para beber”?    - Maquete ciclo da água.


Atividade 3 – Como funcionam os nossos pulmões?
Exploração de maquetes dos pulmões e modelos
Construção de um modelo dos pulmões para levar para a escola
Questões guia:
Para que é que respiramos?
Como funcionam os pulmões?  Quais os músculos da respiração?
Como podemos respirar melhor? A correr? A dormir? A relaxar?


Atividade 4 – Estão a ouvir?
Exploração de modelos do ouvido interno e externo.
O órgão do equilíbrio.
     Reflexo patelar OU reflexo das pálpebras
Questões guia:
O que acontece se andarmos à roda muito depressa? Porquê?  O que é então o órgão do equilíbrio?


Atividade 5– Porque é que há dia e noite?
     Exploração de maquete do sistema solar
2     Exploração de modelo do sol e terra
Questões guia:
Em que planeta é que vivemos? É grande ou pequeno?    (mostrar maquete e imagem do sistema solar)
Qual é a estrela mais próxima?
Porque é que há dia e noite?
Porque há inverno e verão?



Estas atividades foram desenvolvidas em grupos rotativos...Assim, quando não saímos do laboratório, juntámo-nos aos nossos amigos de 3 e 4 anos, na biblioteca...Aqui também foi feita articulação.



Para finalizar ainda jogamos à macaca.


Foi uma manhã muito divertida!

14/02/2017

A efeméride do dia passaria despercebida, (até porque não alimentamos datas que não fazem parte do nosso património social e cultural) não fosse a IM, trazer um vestido vermelho cheio de corações. Na conversa da manhã, perguntamos porque trazia aquele vestido tão lindo, ao que respondeu : Hoje é dia dos namorados.
Todos sabemos da paixão do AS pela IM e aí a professora disse ao AS: Então ela vem assim tão gira e tu não lhe trouxeste uma flor? - O AS respondeu prontamente: Não trouxe uma flor, mas trouxe uma prenda que está na caia de correio. Então convidamos o AS a entregar a prenda à nossa frente e  ele não se fez rogado. O que aconteceu a seguir, foi um belo momento de afetos.




Esta situação levou-nos a falar sobre o amor....Dos diversos tipos de amor. A professora leu pequenos trechos sobre os diversos tipos de amor/amizade do livro "Quanto vale a amizade" e nós aproveitamos  para construir Micro Poemas sobre o Amor, para o concurso das Curtas Poéticas que este ano versa sobre este tema e obtivemos isto:

- O Amor não tem preço, não se compra - MD
- O Amor é um tesouro no coração - ML
- O Amor é dar um abraço e lançar corações ao ar- LS
- O Amor é fazer feliz a namorada - DU
- O Amor é ter um irmão para brincar - AS
- O Amor é dar beijinhos na cara - LC
- O Amor é um coração feliz - AM
- O Amor é partilhar e dançar de felicidade - AF
- O Amor é ser a princesa do pai e da mãe - LA
- O Amor é partilhar a bola com os amigos - SA
- O Amor é dar abraços aos pais - IM
- O Amor é brincar com os animais - MS
- O Amor é fazer desenhos para a mãe e o pai - MB
- O Amor é ser bombeiro a ajudar - GO
- O amor é amizade, carinho e ajudar os Pais - MI
- O Amor é dar presentes aos amigos tristes - ED
- O Amor é ver um passarinho - JO
- O Amor é gostar muito do pai da mãe - IC
- O Amor é ter namorados apaixonados - JR
- O Amor é estar apaixonado pela patinha branca, como o sapo apaixonado - DF





Faltam cinco micro poemas, dos nossos amigos doentes. Quando vierem terminamos.

Para ajudar à festa, estava planeada a visita da mãe do DF, para nos contar uma história, dentro do Projeto "Famílias Leitoras".


Trouxe-nos a história "O Sapo Apaixonado" de Max Velthuijs, que nos fala do amor entre um sapo verde e uma pata branca.


A leitura desta história foi acompanhada por uma televisão e nós gostamos muito. 


No final deixou-nos a história num "livro pequenino" e outro para nós colorirmos.


Ainda tivemos tempo de "discutirmos" sobre o amor da pata e do sapo ser aceitável. As opiniões dividiram-se, pois alguns de nós achavam estranho um sapo namorar com uma pata, mas, no final, todos concordamos que o que importa não são as diferenças, mas o amor que une as pessoas, neste caso os animais.

E assim foi um dia de Afetos, como são todos os dias.

13/02/2017

Dizem as OCEPE (p.58) que a “abordagem à Música no jardim de infância dá continuidade às emoções e afetos vividos nestas experiências, contribuindo para o prazer e bem-estar da criança. Esta abordagem integra-se nas vivências e rotinas da sala, valoriza os interesses e propostas das crianças, no desenvolvimento de uma prática do ouvir e “fazer” música. Pressupõe, assim, uma prática sistemática e contínua, com uma intenção específica, direcionada para um desenvolvimento progressivo das competências musicais da criança e o alargamento do seu quadro de referências artísticas e culturais.”
Nós fazemo-lo diariamente, até porque temos à nossa disposição um espaço com instrumentos musicais e aparelho para ouvir vários tipos de música.
Hoje, como muitas outras vezes, decidimos fazer uma sessão de expressão musical, onde identificamos, memorizamos, reproduzimos e exploráramos as características dos sons: ritmo, e melodia.  
Exploramos ainda o canto rítmico com nomes de instrumentos, bem como diferentes instrumentos musicais mais complexos, de qualidade e com outras possibilidades sonoras (triângulos, pandeiretas, maracas, guizeiras, tambor sinos, xilofones, pratos) e também relaxamento ao som de música clássica.


Apropriamo-nos também, de saberes relativos à música (o que é uma orquestra e uma banda de música) e visualizamos no computador…

A Orquestra

A Banda de Música de Vizela e a dos Bombeiros


Por fim estivemos a fazer um jogo de soletrar instrumentos musicais, que podemos aceder AQUI. É só clicar na palavra "AQUI" e podemos fazer o jogo também em casa!

12/02/2017

Para sexta-feira estava planeada um experiência surpresa... E foi mesmo uma bela surpresa!
Pegamos em 60 gramas de borato de sódio que metemos numa garrafa de litro e meio de água, que mexemos bem.


Depois num copo deitamos 100 mililitros de água e 150 mililitros de cola líquida e algumas gotas de corante (escolhemos a cor que mais gostamos).


Por fim, acrescentamos a este preparado 50 mililitros da solução do borato de sódio com a água e mexer bem, até ter uma boa consistência.



A explicação para esta experiência é que o borato de sódio reage com a cola e forma-se uma "massa" mole que se pode moldar com as mãos e que parte quando esticada. O resultado final será um gel peganhento com aspeto viscoso.


Este produto foi inventado por acaso, em 1941, quando um cientista tentava inventar uma borracha sintética.
Caso se altere as quantidades de cola ou borato de sódio, não se consegue fazer um "verdadeiro" pega monstro. Foi o que aconteceu connosco...Como não tínhamos medidor (a professora pensava que havia na cozinha e não havia), as quantidades da cola foram deitadas a olho, logo o pega monstros foram muito "fraquinhos". Mas foi muito bom mexer nesta massa, pois foi uma experiência sensorial e manipulativa fantástica. 
Amanhã fazemos o relatório desta experiência.

09/02/2017

Continuamos a fazer o registo gráfico da história "A Menina do Mar", em pequenos capítulos. Desta vez, foi este:
Não grites, não chores, não te assustes –dizia o rapaz. Eu não te faço mal nenhum.
Quero que me contes quem és, como vives, o que fazes aqui no mar e como te chamas.
Então ela parou de gritar e disse: - Chamo-me Menina do Mar. Uma gaivota trouxe-me no bico para esta praia. Pôs-me numa rocha e o polvo, o caranguejo e o peixe tomaram conta de mim. Vivemos numa gruta. O polvo arruma a casa, alisa a areia, vai buscar comida. O caranguejo é o cozinheiro. O peixe não faz nada porque não tem mãos, mas é o meu melhor amigo. Sou a bailarina da Grande Raia que é a dona destes mares. Mas eu não gosto nada da Raia e tenho medo dela. Agora, leva-me outra vez para o pé dos meus amigos que devem estar aflitíssimos.


Continuamos também às voltas com os nossos projetos. Em relação ao projeto "Descobrimentos", o AF, trouxe de casa um livro, que deu a conhecer aos amigos, pois continha duas páginas que falavam das Naus, e de instrumentos como a Bússola, o Astrolábio, a Balestilha e o Sextante, que já tínhamos visto e conversado, aquando da história "Viagem de Vasco da Gama para a Índia". Estes instrumentos ajudavam os marinheiros a saber o local exato onde se encontram.

  Posteriormente o AF, fez a seleção desta informação e apresentou o resultado final aos amigos.
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Aproveitamos ainda para ver estas fotos ( da professora) da Nau que se encontra em Vila do Conde e que queremos visitar...


...Bem como esta foto que mostra a construção de uma Nau e que se encontra no Museu dos Descobrimentos que se encontra em frente à Nau .


De manhã, fizemos uma saída ao exterior. Pelo caminho observamos a nossa cidade, bem lá ao longe…E depois “perdemo-nos” no monte, explorando, investigando, apanhando materiais naturais, que trouxemos para a nossa área das ciências. Adoramos estas saídas!


E foram estes, os elementos naturais que trouxemos...



Dizem as OCEPE (Orientações Curriculares Educação Pré-Escolar), que “O contacto com seres vivos e outros elementos da natureza e a sua observação são normalmente experiências muito estimulantes para as crianças, proporcionando oportunidades para refletir, compreender e conhecer as suas características, as suas transformações e as razões por que acontecem. Este conhecimento poderá promover o desenvolvimento de uma consciencialização para a importância do papel de cada um na preservação do ambiente e dos recursos naturais. O conhecimento das crianças sobre a paisagem local, ou seja, o reconhecimento dos seus elementos sociais, culturais e naturais e a interação entre eles, contribui para melhorar a ligação afetiva e pessoal com esta, alicerçando a identidade local e o sentido de pertença a um lugar.”

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