Triquicibernautas

07/02/2017

De volta, pois ontem não tivemos a Triquiteira Mor, estivemos entre outras atividades, a desenvolver capacidades expressivas e criativas através de exploração e produção plástica.
Já tínhamos começado a semana passada e hoje  alguns de nós terminaram as caravelas/naus que nos propusemos construir, com pintura, desenho, colagem, recorte, picotagem, etc.








Resultado final (alguns exemplos).




Como dizem as OCEPE (p.49) - A Multiplicidade de materiais nas Artes Visuais, constituem meios para desenvolver a expressividade, a sensibilidade estética (...). 

Também continuamos a registar a história da "Menina do Mar"...

"O menino foi para casa muito espantado com o que tinha visto e durante esse dia não pensou noutra coisa.  Na manhã seguinte mal acordou foi a correr para a praia. Foi pelo caminho da véspera, tornou a esconder-se atrás das duas pedras, espreitou e ouviu as mesmas gargalhadas da véspera. A menina, o caranguejo, o polvo e o peixe estavam a fazer uma roda dentro de água. Estavam divertidíssimos.
O rapaz, louco de curiosidade, não conseguiu ficar quieto mais tempo. Deu um salto e agarrou a menina.
Ai, ai, ai! Que desgraça! Gritava ela."


Amanhã continuamos!

05/02/2017

Por norma, temos vindo a mostrar atividades relacionadas com os nossos projetos, mas não vivenciamos apenas isso. 
Estas são imagens de sexta-feira, mas que se repetem diariamente.Tempo de trabalho autónomo, a pares, individualmente e pequeno grupo.










Na manhã de sexta-feira, a chuva deu tréguas e pudemos vir brincar na lama...As galochas são uma ajuda preciosa.


Estivemos em tempo de grande grupo a visualizar e a conversar sobre as  imagens da Tempestade Dóris, até porque temos os Projetos dos Faróis e do Mar.





Também conversamos bastante sobre este senhor imprudente.


Registamos mais um bocadinho da história "A Menina do Mar"...




E recebemos mais uma vez, a Professora Elsa (Coordenadora da Biblioteca), para ler o último capítulo da história "A Menina do Mar",


Até amanhã!

02/02/2017

Ontem e hoje, continuamos a registar a história da "Menina do Mar"... Começamos, precisamente pelo primeiro parágrafo da história.

"Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Em roda da casa havia um jardim de areia onde cresciam lírios brancos e uma planta que dava flores brancas, amarelas e roxas."


E continuamos...

"Nessa casa morava um rapazito que passava os dias a brincar na praia. Era uma praia muito grande e quase deserta onde havia rochedos maravilhosos.
Mas durante a maré alta os rochedos estavam cobertos de água. Só se viam as ondas que vinham crescendo do longe até quebrarem na areia com barulho de palmas. Mas na maré vazia as rochas apareciam cobertas de limo, de búzios, de anémonas, de lapas, de algas e de ouriços. Havia poças de água, rios, caminhos, grutas, arcos, cascatas. Havia pedras de todas as cores e feitios, pequeninas e macias, polidas pelas ondas. E a água do mar era transparente e fria. Às vezes passava um peixe, mas tão rápido que mal se via. Dizia-se «Vai ali um peixe» e já não se via nada."



Continuamos também a ouvir a história, pela voz da Professora Elsa (Coordenadora de Biblioteca) e amanhã terminaremos.


De acordo com o planeado em Diário de Grupo, estivemos a "construir" o nosso placar exterior, com a "Chegada de Vasco da Gama à Índia."
Pintamos de azul o cenário... 


Construímos uma nau, colocamos as velas, desenhamos o Vasco da Gama e os Marinheiros, bem com os Indianos e  as palmeiras.




E o resultado foi este.


Até amanhã!















Hoje recebemos mais uma vez o "A Caminho da fantasia". Trouxeram-nos a história "Chivos Sabichões", acompanhada de música.






"Era uma vez três chibos que viviam no cimo de uma montanha: um chibinho sabichão pequeno, um chibo sabichão médio e um chibão sabichão grande. Um dia viram uma erva muito verde que crescia do outro lado do rio. Mas para lá chegar tinham que atravessar uma ponte debaixo da qual vivia um ogre terrível, que não deixava ninguém passar. Então, o chivo pequeno, o chivo médio e o chivo grande tiveram que engendrar a forma de enganar o monstro." 
Uma história que nos mostra que a inteligência e o engenho conseguem mais do que a força física…
Gostamos muito desta história...Muito Obrigada. 


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