Triquicibernautas

05/02/2015

Já aqui referimos que andávamos ás voltas com as medidas de cada um de nós. A noção de que D.Afonso Henriques era um homem muito alto, levou-nos a ver - experimentando a medida de cada um de nós.
Mas não vimos só a medida que temos agora. Fomos um pouco mais além, ou seja, comparamos a medida que tínhamos quando nascemos e o que medimos agora.
Pedimos aos nossos pais que nos enviassem a nossa medida de nascimento, e estivemos a “ler” e interpretar as medidas de então e de agora.




Decoramos as nossas "medidas" a gosto...
E fizemos um gráfico de comparação.


Que adoramos explicar aos nossos amigos.


Para além de compararmos as nossas alturas, ainda fizemos comparações com os nossos colegas. como por ex: "Eu sou mais alto(a) que..."; "Eu quando nasci media mais que..."
Como diz o ME (2010) “A Matemática está presente nas brincadeiras das crianças, cabendo ao educador um papel crucial, nomeadamente: no questionamento que promove; no incentivo à resolução de problemas e encorajamento à sua persistência; no proporcionar acesso aos livros e histórias com números e padrões; no propor tarefas de natureza investigativa; na organização de jogos com regras; no combinar experiências formais e informais utilizando a linguagem própria da Matemática (o mesmo número que…, a mesma forma que…, esta torre é mais alta que…”

04/02/2015

O nosso dia foi muito preenchido, como de costume. O dia da nossa professora, foi ainda mais preenchido que o nosso, e muito...muito longo. Foi dia de reuniões...de trabalho burocrático!
E só para ficarem com uma pequena ideia do nosso dia de hoje, ficam aqui alguns flashs...Depois explicamos os variados contextos e processos!

 Medidas...



Descoberta do "Atlas dos animais", com explicação aprofundada pelo Gabriel!

 Contornos do nosso corpo...Para que será?

Que estás a fazer Inês?

E em conjunto com a turma E, ouvimos a nossa professora a contar a história Carnaval na floresta


Que fica aqui para nos lerem em casa! Até amanhã!


03/02/2015

Em diário de grupo tinha ficado como intenção no "Queremos fazer", a decoração da nossa porta de entrada, sob o tema "Castelo", mais concretamente um castelo da idade média...Um castelo como o do D. Afonso Henriques.
Então, começamos visualizar vários castelos, e metemos mãos à obra (o grupo responsável), reciclando o papel de cenário que já estava na porta, e pintamos de tons cinza.

De seguida colocamos as "pedras" no fundo cinzento, com "esponja da loiça" cortada em pequenos retângulos!


A Inês desenhou o topo da muralha e as torres, e a Gabriela recortou. Procuramos a imagem da bandeira do reino de D. Afonso Henrique na internet...


E cá está a porta de entrada do nosso REINO!

02/02/2015

Nós já sabemos que o 1º Rei de Portugal foi um homem muito alto...O que nós não sabíamos era quanto media o pé do Rei.
Vai daí ouvimos esta história De que tamanho é o pé do rei, do PRÉ Histórias da Professora Juca!
No final tentamos perceber melhor, porque é que o pé do rei, não era igual ao do "aprendiz de carpinteiro", e por esse motivo a cama da rainha não tinha a medida certa. Houve logo quem dissesse, "Eu já percebi...O Rei calça um número e o Aprendiz calça outro...Não sabes, que tem um nº aqui por baixo do sapato. O meu diz 27" (Gaby). Pois claro, tem toda a razão. Mas nada com experimentarmos.
E então a Maria e a Inês serviram de modelos, e lá fomos medindo com os nossos pés, quantos pés é que elas precisavam para fazer uma cama... 

Com os pés da Professora, a Maria precisava de 3 pés de largura e 7 pés de altura, e a Inês de 2 pés de largura e 5 pés de altura (porque a Maria é maior que a Inês). Já com os pés do Afonso C. a Maria precisava de 5 pés de largura e 9 pés de altura, e a Inês de 3 pés de largura e 7 pés de altura. Os pés da professora e do Afonso são diferentes, tal qual os pés do Rei e do Aprendiz de carpinteiro. (Não temos fotos, porque a professora ou fazia uma coisa, ou outra).
Afinal, os pés têm mesmo números, para sabermos qual o tamanho dos sapatos que precisamos de comprar.

Então vamos lá fazer mais um exercício. Qual será o pé maior? O meu ou o do meu colega? Os mais velhos de nós escolheram um amigo mais novo, para poderem comparar os tamanhos. Contornaram os sapatos, compararam e procuraram o nº no interior, ou por baixo do sapato. Na maioria houve diferenças, mas numa situação os pés têm o mesmo número.



E agora os resultados!





E depois da medida dos pés virá a medida de cada um de nós...Não só de agora, mas também de quando nascemos... Vai ser muito interessante fazer comparações. O Gabriel já esteve hoje a experimentar, e já viu como cresceu.



Depois mostramos como vamos fazer isto. Por agora, fica o pedido, para os nossos pais não se esquecerem do trabalho de casa (de fim de semana).

01/02/2015

A construção de noções matemáticas fundamenta-se na vivência do espaço e do tempo. Sabemos que a matemática tem um papel extremamente importante na estruturação do pensamento, pois através das experiências matemáticas, começamos a encontrar princípios lógicos que nos permitem desenvolver e adquirir competências matemáticas, estruturando assim o nosso pensamento lógico – matemático.
Ultimamente temos andado envolvidos em vários conceitos matemáticos, a partir de situações do quotidiano, (como aliás sempre acontece), como é o caso das medidas, pesagens, formas geométricas, cores, números…etc. Cabe ao adulto apoiar o desenvolvimento deste pensamento lógico-matemático.
E é das formas geométricas que falamos novamente.
O projeto que estamos a vivenciar, fez-nos olhar para o "castelo", como um edifício cheio de formas geométricas, como o é aliás todas as casas, ou apartamentos, ou mais concretamente, o meio ambiente que nos rodeia, como aliás bem refere a canção da nossa amiga Alda – “A rua das formas”, que nós tanto gostamos!


E enquanto alguns de nós consolidam e sistematizam as “formas geométricas”, por exemplo assim:



Nós os mais novos já conseguimos nomear, seriar, ordenar, classificar, através do jogo “blocos lógicos”, e ligar estas formas ao mundo que nos rodeia. 
 
Como diz Piaget O conhecimento é construído pouco a pouco pelo sujeito graças à sua atividade. Ele é o resultado de uma interação contínua entre o sujeito e o seu meio”.


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