Triquicibernautas

07/11/2014

Ontem visitamos a biblioteca da escola básica de Vizela, que pertence ao nosso agrupamento. Esta escola está a sofrer obras de beneficiação, e a nova biblioteca "abriu portas" no final de outubro. Nós somos vizinhos desta escola, e consideramos que este espaço é uma mais valia para todos, e como gostamos muito de livros...de histórias, era interessante conhecer este novo espaço, e desfrutar de tudo. Logo à entrada, encontramos este cartaz...


Mas nós íamos com a lição bem estudada, e sabíamos que na bibioteca são os livros que falam, e que 

 Por isso, entramos calmamente...Observamos o espaço...Debruçamo-nos sobre as mesas com livros...


E logo, logo..."Saltamos" para as cadeiras como gente grande, para lermos as histórias que estavam à nossa espera.





O livro do "Corpo Humano", chamou-nos à atenção, e adoramos manuseá-lo!



Depois de interagirmos com este espaço, fomos para outro (ainda dentro da biblioteca), também muito bonito...e... a professora Elsa estava à nossa espera para nos contar a história da "Castanha Lili". Esta história, foi lida pela professora Elsa, enquanto as imagens eram projetadas. Podem lê-la Aqui.



Portamo-nos muito bem!


No final ainda houve um tempo para entrevistas...e gostamos!



"Gostamos tanto...assim tanto, até ao céu, desta biblioteca!" Vamos voltar muitas vezes!!!

06/11/2014

Ontem não foi possível passar por cá. O dia foi muito intenso e longo para a nossa professora. Mas, hoje deixamos  deixamos  (como prometido) as vozes e imagens de alguns dos nossos amigos mais novos sobre a atividade "I see a song"..."Eu vi uma canção, eu senti a música"..., que caso não tenham lido, podem ver aqui, "I See a Song".  E o que é que nós sentimos? Entrem e vejam!







Nota: Faltam alguns de nós...Não quisemos falar, mas pintamos!!!


04/11/2014

A música faz parte do nosso dia a dia, mas a terça-feira tem na nossa rotina diária, um momento para conhecer novos músicos, ou novos instrumentos, ou novas melodias...etc.
Hoje conhecemos melhor Eric Carle (já o conhecíamos da história "A Lagartinha Comilona") ...

E a sua história "I See a Song" ou seja, "Eu vi uma canção".

A história começa a preto e branco, mas depressa se torna um livro muito colorido. É sobre um violinista que não tem cor até começar a tocar. À medida que as notas musicais saem, também se vêm imagens abstratas pintadas em bonitas cores vivas. Este é um livro contado apenas em imagens, enquanto o violinista vê formas mágicas a saírem do seu instrumento.
Encontramos esta versão em vídeo e com música, e estivemos a ouvir...



O violinista diz-nos "Senhoras e senhores: Eu vejo uma canção. Eu pinto música. Eu ouço cor. Eu toco o arco íris e a relva do chão. A minha música fala. As minhas cores dançam. venham, ouçam e deixem a vossa imaginação ver a vossa própria canção."
E nós fomos...Sentimos a música...Ouvimos o violino, o piano, os aplausos do público...




Sentimos a imaginação a brotar ao assistir a esta jornada musical mágica, que acaba com o violinista a descobrir as suas próprias cores ousadas e brilhantes. 
Nem todos quiseram fazer este "exercício" de arte...mas alguns dos que não fizeram, ao ouvir as explicações dos que fizeram, prometeram que fariam amanhã.
E o que é que brotou da nossa imaginação? 


Então ouçam na primeira pessoa a explicação do que sentimos ao ouvir o "I see a Song", quando  o dissemos à nossa professora e aos nossos amigos mais pequenos.



A Expressão Musical contribui como um meio de expressão de ideias e sentimentos e promove a concentração, a memorização, a consciência corporal e a coordenação motora. A música permite trabalhar outros domínios de forma lúdica, que como diz Isabel Ramos (1997) “São artes que apelam para uma sensibilização estética e exigem o progressivo domínio de instrumentos e técnicas, (…) as diferentes formas de expressão comportam uma dimensão educativa”.

03/11/2014

Na passada sexta-feira demos conta aqui, de que decidimos  fazer a experiência do balão (que pintamos para parecerem fantasmas) com vinagre e bicarbonato de sódio. Seguimos o protocolo que podem ver neste vídeo  Aqui
Só que houve alguns balões que encheram mais que outros, como podem ver!



Face ao vivenciado, as questões logo se fizeram sentir. "Porque é que o meu balão só subiu um pouquinho"; "O meu balão ficou assim assim"; "O meu balão não subiu quase nada"; "O meu balão ficou muito cheio".
Nessa altura não tivemos tempo de procurar as respostas para estas questões. Hoje voltamos a elas, e repetimos a experiência. Colocamos 4 garrafas e 4 balões de cores diferentes.


Numa garrafa não colocamos vinagre. Noutra colocamos 3 tampas de vinagre; noutra 6 tampas de vinagre e na última 9 tampas de vinagre.




Enquanto isso a Maria e a M.D. enchiam os balões com bicarbonato de sódio.


 Que colocamos nas garrafas...



                            Quando viramos os balões com o bicarbonato de sódio, aconteceu isto...



O balão verde encheu pouco, o cor de rosa encheu bastante, o balão branco não encheu nada ... e o balão azul? Que aconteceu ao balão azul? Pois é ...encheu tanto, que voou. É verdade...voou por cima da cabeça da Joana e da professora, e molhou-lhes o cabelo de vinagre. "Foi muito fixe". Por esta não esperávamos...Não estava no programa, mas que foi engraçado, foi!
Então, para podermos concluir a experiência, substituímos o balão azul por um laranja, e ... vejam como este encheu!


Assim, através desta experiência, podemos refletir, questionar, levantar hipóteses, e aprender na ação, isto é experimentando.
Concluímos que o balão branco não encheu, porque não tinha vinagre, que o balão verde só encheu um bocadinho porque a garrafa só levou 3 tampas de vinagre, que o balão vermelho encheu mais que o verde, porque a garrafa levou 6 tampas de vinagre, e o balão laranja encheu mais ainda, porque a garrafa levou 9 tampas de vinagre. Por isso é que quando fizemos os "fantasminhas", uns encheram mais que outros. Tudo dependeu da quantidade de vinagre que colocamos nas garrafas.


Desta forma se promove a literacia cientifica, se aguça a curiosidade, e se sistematizam os conhecimentos científicos.


01/11/2014

Temos 3 amigos desta sala, que frequentam aulas de inglês, pelo que, desde o início da semana, nos falavam do Halloween, e de como se iriam fantasiar nesse dia para brincarem ao "doçuras e travessuras". Falamos várias vezes, em conversas de pequeno e grande grupo desta festa. E como somos nós que  "mandamos" essencialmente na planificação do dia a dia, de acordo com os nossos interesses e necessidades,  que emergem na maioria das vezes, de situações vivenciadas, que  ontem decidimos abordar esta festividade. Estava no nosso diário de sala, e foi isso que aconteceu! Não tivemos uma sala assustadora, não tivemos aranhas, vampiros, morcegos, abóboras,  mas tivemos sim, uma manhã em Inglês. E porquê? Porque a tradição do Halloween é de países de língua inglesa, como a Inglaterra e os Estados Unidos, e desta forma ficamos a conhecer outros locais e outras tradições, e comparamos com o que nós fazemos.
Convidamos a mãe do Gabriel que é professora de Inglês, para nos vir falar dessa tradição tão Inglesa, e que nós cada vez mais gostamos.


Ficamos a saber que nesses países, o dia 31 de Outubro, é considerado o último dia de verão, e que nesse dia é tempo de guardar as roupas de verão, e pegar nas de inverno, além de se colocar nas casas, para assustar os fantasmas (que possam aparecer), objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, fantasminhas e abóboras, e de que como esses países não têm tradições carnavalescas, por isso nesta noite se fantasiam das mais variadas personagens.
Interagimos bastante com a mãe do Gabriel...As perguntas foram muitas...


Para percebermos melhor a tradição "doçuras e travessuras", a professora Sílvia trouxe-nos esta canção em vídeo, que adoramos.


Enquanto íamos ouvindo a canção, repetíamos as palavras principais em inglês, como por exemplo: "Knock Knock, Trick Or Treat?" "Witch"; "Gost"; "Monster"...


O Gabriel deu-nos uma ajuda na "aprendizagem" das palavras em inglês, pois ele já as sabe de cor e salteado...Não fosse ele um dos alunos de inglês, que falamos em cima.


A nossa professora também nos disse que, afinal a brincadeira de "doces e travessuras" é de origem europeia, de há muito, muito tempo atrás (século IX), chamada de "souling"(almejar), e que consistia em pedir de porta em porta, não as doçuras e travessuras, mas sim "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de quadrados de pão com groselha, e que em alguns sítios de Portugal ainda se faz isso.
Podem até ler este artigo, que ajuda a desmistificar um pouco esta tradição de Halloween- O Halloween é Europeu?

Depois da "aula de inglês", continuamos mas em modo científico, mais concretamente na química. Decidimos  fazer a experiência do balão (que pintamos para parecerem fantasmas) com vinagre e bicarbonato de sódio. Seguimos o protocolo que podem ver neste vídeo  Aqui



Colocamos o bicarbonato de sódio no balão através de um funil, e metemos vinagre no fundo das garrafas.



Quando viramos o balão para cima da garrafa, aconteceu isto...



Isto aconteceu porque: "O bicarbonato de sódio, quando caiu no vinagre, fez um gás muito forte, e encheu o balão" (Gabriela). É claro que a Gaby falava do dióxido de carbono... Fantástico não é? Ou não tivéssemos já feito imensas experiências, que levam como ingredientes, o vinagre e o bicarbonato de sódio.

Mas a preparação deste dia, já tinha começado antes... Com esta história Uma bruxinha muito gulosinha, (mais uma da nossa amiga Juca), e com esta música Oh Bruxa Má (mais uma da nossa amiga Alda).  Até já temos alguns registos...



E assim, desta forma, este dia comemorativo (de outros países) foi aqui lembrado, porque mostramos interesse nisso. (A)preendemos novos conhecimentos, e  foi um dia doce. O Gabriel distribui no final do dia, as guloseimas que a sua mãe tinha trazido na abóbora...


                                          ...com travessuras à mistura. Como sempre!

QR code

QR code
 
Copyright (c) 2010 Triquiteiros de S.João. Design by Wordpress Themes.

Themes Lovers, Download Blogger Templates And Blogger Templates.