Triquicibernautas

03/10/2014

Um destes dias a M. falava que a sopa do jantar, estava salgada... "A mãe meteu muito sal". Conversa puxa conversa, estivemos a ver para que servia o sal. As opiniões não se fizeram esperar.
- Para colocar na comida.
- Para colocar na pasta de farinha, para não ganhar mau cheiro e bolor.
- Para fazer bonecos de neve, como fizemos no inverno passado...podem ver aqui Boneco de neve
- Para fazer cristais de sal, como fizemos em janeiro, e que se pode relembrar aqui Cristais de sal

Então, decidimos fazer mais uma experiência com sal. Precisamos de sal de mesa, cola branca em bisnaga e aguarelas. 
Desenhamos numa cartolina preta (para o resultado final, ser mais preciso, cartolina de cor clara, não resulta tão bem) com a cola branca. Este desenho pode ser aquilo que nós quisermos...formas, padrões, linhas, etc. 
Despejamos bastante sal por cima da cola. Cobrimos a folha toda...
Depois retiramos o excesso...
Ficou assim...
Por fim, veio aquilo que consideramos um ótimo divertimento. Mergulhamos  o pincel nas aguarelas e pintamos por cima do sal. A tinta deve estar bem liquida... e também se pode usar um conta-gotas para substituir o pincel. Nós só usamos pincéis.

O resultado é fantástico. Mas nesta atividade, o que contou mais, foi todo o processo em que esta se foi desenrolando...

Esta foi uma atividade de pequeno grupo, para melhor concretização. Na próxima semana, outros grupos experimentarão (se assim o quiserem).





 

Foi muito interessante esta experiência, que virou arte! Aqui não se consegue perceber muito bem, mas com esta técnica de pintura, também se formaram cristais coloridos!

02/10/2014

As meninas mais crescidas querem muito fazer uma visita ao parque natural das termas de Vizela. Já andam a falar disso desde que regressamos à escola, depois das férias do Verão. Só que temos no grupo crianças muito pequenas, que não sabem andar na rua...não sabem estar na rua, o que torna difícil a concretização da vontade, da Leonor, Maria, Gaby, Inês, Joana e Sofia. Então hoje, decidimos fazer uma incursão pelo espaço exterior à volta da nossa escola. Tínhamos dois objetivos com este "passeio":
- Observar o meio físico envolvente.
- Perceber/verificar, como nos "portávamos" na rua.
E lá fomos, todos contentes...Os mais novos de mãos dadas com os seus padrinhos/madrinhas.



O espaço exterior; o meio envolvente, é também um espaço educativo fantástico. As oportunidades de aprendizagens, são imensas. Basta olhar para as fotografias.






Trepar às árvores, observar a natureza, correr, saltar, explorar... BRINCAR...SER FELIZ.








E no final, regressar ao espaço-escola, com um grande sorriso na face. Afinal, até nos portamos bem, embora alguns de nós (os mais pequenos), precisemos de muita ajuda para caminhar em grupo, precisamos de ser "puxados" para andar, e precisamos de muito "olho", para não sairmos dos passeios, ou da "beirinha". 




Professora - "Até nos portamos bem. Pode ser, que na próxima semana, se não chover, consigamos ajuda  para irmos ao parque, está bem?... Até o vemos daqui"(Maria) 

01/10/2014

De acordo com as Orientações Curriculares para o Pré-Escolar, documento oficial orientador do trabalho neste "ciclo de ensino", a organização do espaço deve constituir uma das preocupações do educador de infância  "A organização e a utilização do espaço são expressão das intenções educativas e da dinâmica do grupo, sendo indispensável que o educador se interrogue sobre a função e finalidades educativas dos materiais de modo a planear (…) essa organização  (Orientações Curriculares, 1997, p. 37).
O espaço e a sua organização adquirem uma relevância em toda a organização do trabalho pois as crianças têm que se apropriar dele para poderem exercer todas as funções que lhe estão designadas, pu seja, a participação efetiva na gestão do seu trabalho.
Por aqui, pressupomos um espaço educativo organizado em função dos conceitos ensino-aprendizagem, de modo a permitir a realização de atividades diversificadas em diferentes modalidades de trabalho. No fundo, “O ambiente geral da sala deve ser agradável e altamente estimulante” (Formosinho, 1998: 148), acolhedor e estruturante, de modo a ter um ambiente propício às aprendizagens, promovendo a cooperação e a autonomia, cujas interações entre todos os elementos do grupo deverão ser vividas na sua plenitude, já que aqui iremos passar grande parte do nosso tempo.
Para já, este é o nosso espaço. Mas estas áreas não são estanques. Pode-se e deve-se criar novas áreas que vão ao encontro dos nossos interesses, mediante os projetos que se estiverem a desenvolver. As mudanças são feitas em consonância com todo o grupo. Desta forma familiarizamo-nos com o espaço e participamos no processo de organização.

Com estas áreas definidas... já organizadas, torna-se necessário, identificar e inventaria-las. Estas deverão estar bem definidas e identificadas com o nome, número limite de utilizadores, para nos sentirmos orientados, autónomos, e para compreendermos e cumprirmos as regras/normas da sala.  


Enquanto não chega à sala o nosso mapa de atividades  nas áreas, para planeamento das mesmas, vamos planeando e identificando assim…




Deste modo, tentamos ver o nosso  espaço  como  uma  estrutura  de  oportunidades  e  contexto  de   aprendizagem  e  de  significados à semelhança do que refere Zabalza (1987).

Em dia mundial da música fizemos uma festa...como foi referido por nós. Começamos por ouvir a música da nossa amiga Alda, intitulada de "A música enche o meu coração"!


Depois do “coração cheio”, decidimos explorar vários instrumentos musicais, o que para alguns de nós, foi a primeira vez.

Dos instrumentos de percussão, tambores, tamborins (mais pequenos que a pandeireta e com som mais fino) pandeiretas, maracas, passando pelos "guizos", blocos de um e dois sons, reco-recos e pratos, de tudo um pouco experimentamos.






Estes instrumentos foram "tocados" por grupos, e em conjunto, como se de uma orquestra se tratasse. Como diz a canção da Alda, "A música enche o meu coração, dá-me alegria e muita emoção", e nós estivemos sempre muito alegres.



Como estávamos tão felizes, terminamos esta "festa"/sessão musical, a dançar o "Happy" do Pharrel Williams, que ouvimos  Aqui


Feliz dia da Música!

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